sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Simulação real de incêndio em ambiente protegido por chuveiros automáticos (sprinklers) e outro ambiente sem proteção.

Simulação de ocorrência de incêndio em dois ambientes idênticos e dispostos lado a lado, sendo um protegido por chuveiros automáticos também conhecidos como sprinklers, e outro ambiente sem proteção do equipamento.
Assista os videos e compare os efeitos resultantes do incêndio em cada ambiente.

Simulação realizada nos Estados Unidos.



Simulação realizada no Brasil.


Como podemos constatar a proteção contra incêndio por chuveiros automáticos é extremamente eficaz.
Proteja seu patrimônio, entre em contato e faça um orçamento.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Pavimento de concreto pré-fabricado padroniza rodovias.

Tecnologia ganha confiabilidade e é empregada cada vez com maior frequência na recuperação de estradas nos Estados Unidos e no Canadá

Estados Unidos e Canadá estão recuperando antigas rodovias construídas em concreto, com tecnologia que tende a ser o futuro do pavimento rígido. A novidade é que os trechos são substituídos por placas pré-fabricadas que podem chegar até 20 metros de comprimento cada uma. A técnica começou a ganhar mercado a partir de 2013 e, sob a supervisão da NPCA (National Precast Concrete Association), permitiu a criação de um padrão de qualidade para a construção de estradas. Além disso, tem ajudado a reduzir o custo de manutenção. Em vez de mobilizar máquinas e grandes equipes com operários, as estradas podem ser recuperadas apenas retirando um painel e colocando outro no lugar.

A padronização ocorre por que as peças, por serem industrializadas, sofrem menor influência de variações impostas pelo clima, pela qualidade dos materiais ou pela interferência da mão de obra e dos equipamentos usados para produzir o pavimento em concreto in loco. No caso do pavimento de concreto pré-fabricado, os painéis são produzidos e curados em ambiente controlado. Além disso, a tecnologia permite um incomparável ganho de produtividade em relação à pavimentação convencional. Após a preparação do terreno, é possível instalar uma milha (1,6 quilômetro) de pré-fabricados em seis horas.

Uma das primeiras experiências bem sucedidas nos Estados Unidos ocorreu em um trecho de 4 milhas (6,4 quilômetros) da Sunrise Highway, conhecida como Rota 27, que se estende pela costa sul de Long Island, na região de Nova York. O pavimento de concreto tradicional foi substituído por painéis pré-fabricados em uma operação que levou 24 horas. Após o término da obra, o tráfego para veículos foi liberado em 15 minutos. “Para concluir o trecho em um dia, usamos quatro equipes de montagem, com seis operários cada uma, e trabalhando seis horas. Foram utilizados basicamente caminhões para transportar as peças e guindastes para içá-las até o local de instalação”, revela o engenheiro Adam Brodal, que chefiou a equipe que atuou na Rota 27.

No Brasil
O projeto bem sucedido nos Estados Unidos estimulou o Canadá a usar a mesma tecnologia na recuperação da Highway 427, que contorna o lago de Ontário, no Canadá, e é uma das rodovias mais movimentadas na região da cidade de Toronto. A estrada foi construída entre 1968 e 1971, usando o sistema whitetopping (concreto sobre asfalto). Um trecho de 87 milhas (139 quilômetros) foi substituído pela tecnologia de pavimento de concreto pré-fabricado (Precast Concrete Paving (PCP)). “O PCP tem um custo mais elevado que o processo convencional de pavimento em concreto, mas a qualidade e a durabilidade compensam”, diz Tom Kazmierowski, gerente de engenharia de materiais do departamento de transportes de Ontário. No Canadá, o custo por milha ficou 25% mais caro.

No Brasil, o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) possui uma normativa para a construção de rodovias com pavimento de concreto pré-fabricado, mas a tecnologia ainda não foi empregada no país. Resumidamente, o documento recomenda que as peças pré-fabricadas atendam a ABNT NBR 9781 – Peças de concreto para pavimentação –, e define como deve ser preparado o terreno para receber os painéis.

Veja vídeo sobre pavimento pré-fabricado de concreto.



fonte: http://www.cimentoitambe.com.br/pavimento-concreto-pre-fabricado/

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pontes e viadutos que imitam natureza podem ser indestrutíveis.

Pontes e viadutos indestrutíveis devem imitar a natureza

Geração de forma

A professora Wanda Lewis, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, levou ao próximo nível um processo de design inspirado no mundo natural.

Um nível que promete nada menos que uma nova geração de pontes, viadutos e outras estruturas virtualmente indestrutíveis.

Ponte "arcos perfeitos", projetados por mecanismos naturais. 
Imagem: Professor Wanda Lewis

O processo de design é conhecido como "busca pela forma", ou "geração de forma" (form-finding). Ele permite a concepção de estruturas rígidas que seguem uma forma natural, ou seja, estruturas que são sustentadas por uma força pura de compressão ou tensão, sem tensões de flexão, que são os principais pontos de fraqueza nas estruturas feitas pelo homem.

Essa técnica poderá, pela primeira vez, viabilizar o projeto de pontes e edifícios que arquem com qualquer combinação de carga permanente sem gerar tensões complexas, o que lhes daria maior segurança e maior durabilidade.

Estruturas projetadas pela natureza

A estrutura de uma árvore ou mesmo de uma folha, a curvatura de uma concha, a forma como um filme de sabão se sustenta em grandes vãos, são todos exemplos de projetos naturais de grande eficiência e resistência.

A professora Lewis desenvolveu agora modelos matemáticos que analisam esses princípios da natureza e geram padrões de estresse simples para cada estrutura. Os princípios que sustentam os modelos matemáticos são ilustrados usando experimentos de "geração de forma" que envolvem peças de tecido ou correntes.

Um pedaço de tecido, por exemplo, é suspenso e então relaxa na sua forma natural de energia mínima, puxado apenas pela gravidade. Em seguida, sua forma final é congelada em um objeto rígido, e então invertido. Isto produz uma forma natural - gerada unicamente pela ação da gravidade - que pode suportar cargas com grande eficiência.

Estética arquitetônica

Talvez não saia ao gosto dos olhos dos arquitetos, mas as formas resultantes têm uma resistência que não encontra equivalentes nos conceitos de engenharia convencionais.

"A estética é um aspecto importante de qualquer projeto, e nós fomos programados para ver algumas formas, como arcos circulares ou cúpulas esféricas, como estéticas. Nós frequentemente as construímos independentemente do fato de que elas geram tensões complexas, e são, portanto, estruturalmente ineficientes," defende Lewis.

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/pontes-viadutos-indestrutiveis-devem-imitar-natureza

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Museu do Amanhã conquista certificação de construção sustentável.

O Museu do Amanhã se tornou o primeiro museu do Brasil a conquistar o selo Ouro na certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Projeto Ambiental, em português), no segundo mais alto nível de classificação. São quatro: certificado, prata, ouro e platina.

Emitido em mais de 130 países de todo o mundo, o selo LEED é considerado a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo Conselho de Construção Sustentável do Brasil, criado no país em 2007.

Para conquistar o selo Ouro, o projeto foi avaliado desde sua concepção, em sete categorias:


  1. Uso racional da água;
  2. Espaços sustentáveis; 
  3. Qualidade dos ambientes internos da edificação;
  4. Inovação e tecnologia;
  5. Atendimento a necessidades locais;
  6. Redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos; 
  7. Eficiência energética. 



Arquitetura sustentável

Uma das âncoras da revitalização da região portuária, o Museu do Amanhã é marcado pela arquitetura sustentável, que dialoga com o seu conteúdo. Assinado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o projeto é voltado para o melhor aproveitamento de recursos naturais da região.

Entre seus diferenciais, destacam-se a tecnologia empregada na captação da energia solar e o uso das águas da Baía de Guanabara no sistema de ar condicionado. A estimativa é que, por ano, sejam economizados 9,6 milhões de litros de água e 2.400 mega watt/hora (MWh) de energia elétrica, o que seria suficiente para abastecer quase 600 residências.

A água da Baía é captada pelo museu com duas finalidades: abastecer os espelhos d’água e alimentar o sistema de refrigeração, onde é utilizada na troca de calor.

O uso racional da água também se dá no tratamento e na reutilização das águas de pias, lavatórios, chuveiros e chuvas, além do volume proveniente da desumidificação do ar (o “pinga-pinga” do ar condicionado) – que, sozinho, pode render até 4 mil litros de água ao dia.

Energia solar

Parte da energia utilizada no edifício é gerada pela captação de energia solar: as grandes estruturas de aço instaladas em sua cobertura móvel servem de base para placas fotovoltaicas e, ao longo do dia, se movimentam como asas para acompanhar o posicionamento do sol. O projeto também prioriza a entrada de luz natural. Já o paisagismo, assinado pelo escritório Burle Marx, traz espécies nativas, que necessitam de pouca rega, ressaltando a vegetação típica da região costeira da cidade – são mais de 5.500 metros quadrados de área de jardins.

Reciclagem e reaproveitamento de materiais

A partir da preocupação do Museu com a redução e a correta destinação de resíduos para reciclagem, sobras das estacas das fundações, por exemplo, foram utilizadas na construção dos barracões utilizados durante a obra. Foram poupadas toneladas de aço com essa ação. A seleção de materiais também foi realizada a partir de critérios ambientais, dando preferência a materiais com componentes reciclados, baixa toxidade, alta durabilidade e produzidos próximos ao local da obra, além da utilização de madeira certificada FSC.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Cimento sem água é mais barato e emite menos CO2.

Cimento sem água é mais barato e emite menos CO2
Existem várias tentativas para produzir um cimento com menor impacto ambiental.



 Imagem: Eco-Cement Project

Cimento carbonatado

Se for amplamente adotada, uma nova abordagem para a fabricação de cimento poderá reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa, diminuir o consumo de água e ajudar a lidar com o aquecimento global - além de produzir um concreto mais durável e de custo mais baixo.

Os pedreiros vão estranhar bastante, porque o novo tipo de cimento ganha resistência através da carbonatação, e não da sua mistura com água.

"Em vez de cimento que reage com água, este cimento carbonatado reage com dióxido de carbono e silicato de cálcio," explica o professor Jason Weiss, da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA.

"À primeira vista este novo produto se parece com o concreto convencional, mas ele tem propriedades que devem fazê-lo durar mais tempo em algumas aplicações. Além disso, seu uso poderia reduzir as emissões de dióxido de carbono, que é um objetivo importante da indústria do cimento," acrescentou.

Cimento de silicato de cálcio carbonatado

O novo material foi batizado de "cimento de silicato de cálcio carbonatado", ou CCSC (Carbonated Calcium Silicate-based Cement).

De acordo com Weiss, o novo cimento está pronto para ser usado em produtos de concreto pré-moldados, que podem ser criados em uma fábrica e transportados para onde serão usados. Um uso mais generalizado poderá demorar mais tempo, já que a carbonatação exige um aparato mais complicado do que uma mangueira jorrando água sobre a massa - como botijões com CO2 sob pressão.

A equipe demonstrou que o material é mais resistente à degradação do que o concreto comum, inclusive em contato direto com sais usados para o degelo das estradas em países de clima frio, tais como cloreto de sódio e cloreto de magnésio.

O concreto - uma combinação de cimento, areia e brita - é um dos materiais de construção mais eficazes da história humana. Isto na verdade é parte do problema - o concreto funciona tão bem e tem tantos usos que são produzidas anualmente de 2 a 4 toneladas de concreto para cada pessoa na Terra, o que se acredita ser responsável por algo entre 5 e 8% de todas as emissões globais de dióxido de carbono.

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/cimento-sem-agua

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Casa na Vila Matilde, em São Paulo, está entre as melhores construções do mundo.

Um imóvel na Vila Matilde, zona Leste de São Paulo, ganhou na categoria casa o prêmio internacional Building of the Year 2016, que elege entre milhares de projetos as 14 melhores construções do mundo.
  A casa, toda feita em concreto, recebeu investimentos de 150 mil reais e foi projetada do zero pelo

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sistema inovador de laje usa 55% menos concreto.

Uma das imagens mais emblemáticas da Bienal de Veneza 2014 veio da exposição Elements of Architecture, de Rem Koolhaas, em que um corte de um falso forro suspenso, repleto de dutos e fiação era dramaticamente sobreposto ao domo do pavilhão central do Giardini. 
O gesto trazia uma crítica à redução da arquitetura à mero tratamento de superfícies  - mas para os fabricantes do Holedeck, um sistema estrutural que recentemente venceu o Prêmio de Inovação do

sábado, 12 de dezembro de 2015

Italianos criam telha que já vem com placas solares

      A invenção é uma alternativa aos painéis fotovoltaicos tradicionais, que são grandes e pesados. As empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica com células fotovoltaicas integradas. É uma alternativa sustentável que não atrapalha a estética original das telhas, como acontece muitas vezes com os painéis fotovoltaicos tradicionais, que são grandes e pesados. Cada telha tem quatro células que transformam a luz solar em energia elétrica, e a fiação fica logo embaixo do telhado. 
      A invenção pode gerar cerca de 3 kW de energia em uma área instalada de 40 m², o que já seria capaz de suprir as necessidades energéticas da residência. As telhas fotovoltaicas são mais caras do que as placas convencionais, mas sua instalação é feita como a de qualquer outro telhado.

sábado, 7 de novembro de 2015

Técnica de Aterro Ultraleve reduz tempo de construção de rodovia.

foto: Fernando Maia
      O poliestireno expandido (EPS) nome técnico do isopor, é muito versátil. Sua aplicação na construção civil já se consolidou, tanto no segmento comercial como no residencial, no qual é usado na montagem de lajes ou até como parede estrutural. Nos últimos anos, a lista de possibilidades do EPS agregou novas aplicações, com o desenvolvimento tecnológico. Uma delas é na construção de estradas.
      A técnica, denominada de Aterro Ultraleve, funciona de forma parecida com um lego gigante: as peças são empilhadas, servindo de “escora estrutural” do terreno, numa etapa anterior à pavimentação. Com a vantagem de possuir um peso menor que o aterro tradicional. O sistema foi desenvolvido na Noruega e chegou ao Brasil pelas mãos da Odebrecht Infraestrutura, que o utilizou

domingo, 4 de outubro de 2015

Concreto permeável.

        A empresa Britânica Lafarge Tarmac desenvolveu um novo concreto permeável, que pode ser utilizado para evitar a ocorrência de inundações e impedir a formação de poças de água, tornando a via mais segura. O material, ainda em testes, é batizado de TopMix Permeable.
    Um vídeo divulgado pela companhia mostra o momento em que o pavimento de um estacionamento infiltra quatro mil litros de água em poucos segundos depois que o líquido atinge o solo (veja abaixo).

       O material possui sistema de drenagem que permite que a água passe pelo concreto poroso e entre águas subterrâneas em poucos minutos. O próprio asfalto também funciona como reserva de água durante inundações ou chuvas intensas, além de manter temperatura baixa em dias de calor.
    De acordo com a companhia, a única exceção para aplicação do material em obras de pavimentação diz respeito aos locais com temperaturas muito baixas, que poderiam ter a água congelada e, por consequência, a ocorrência de danos nas vias.
         O material em testes objetiva extinguir também formação de poças de água, tornando a via mais segura.
         A nova tecnologia foi desenvolvida a partir do concreto permeável já existente há 50 anos, com reformulação para que os locais onde for aplicado o material suportem o peso de veículos.

Fonte: http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/tecnologias-sistemas/video-empresa-britanica-cria-cimento-permeavel-364429-1.aspx

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Suíça conclui a perfuração do túnel mais longo do mundo, com 53 km de extensão até a Itália.

Túnel de Base de Gothard foi construído a dois mil metros abaixo do solo nos Alpes Suíços para abrigar instalações ferroviárias.

Após 15 anos desde o início das obras, foram concluídos na última semana os serviços de perfuração do Túnel de Base de Gothard, nos Alpes Suíços, com 57 km de extensão. A estrutura, que abriga instalações ferroviárias e liga as cidades de Zurique, na Suíça, e Milão, na Itália, desbancou o Seikan Tunnel, no Japão, com 53 km, e é agora o maior túnel do mundo.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Asfalto 'regenerativo' é capaz de 'fechar' buraco.

Composto criado por empresa europeia é capaz de 'fechar' buraco em algumas horas.
      Estradas e vias esburacadas estão por todos os lados. E a manutenção de uma rua com o asfalto rompido pode demorar semanas até ser feita. Mas uma empresa europeia acaba de criar um componente que promete acabar com esse tipo de situação. 
      De acordo com a Acciona, há um novo tipo de asfalto, chamado de Shine, que pode se auto-reparar sem qualquer intervenção de máquinas. 
      O asfalto é capaz de "regenerar" 80% de uma rachadura em apenas duas horas, e terminar de "fechar" o buraco aberto em um dia. Embora ainda não tenha sido testado em condições reais, a empresa informa que espera que o material seja utilizado nas ruas de Madri, na Espanha, em 2016.    

fonte: http://www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,empresa-faz-asfalto-regenerativo,24052,0.htm

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Conheça o "concreto vivo" que fecha as próprias infiltrações.

      Apesar de ser o material de construção mais usado do planeta, a humanidade tenta há alguns milênios encontrar formas de tornar o concreto mais durável.
      Mesmo quando misturado com outros compostos ou é reforçado, todo concreto racha. E, em alguns casos, as rachaduras fazem a estrutura entrar em colápso.
      Mas pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, afirmam ter encontrado a solução para esse problema na biologia.
      Uma equipe de cientistas, liderada pelo professor Henk Jonkers, criou o que batizaram de bioconcreto, uma espécie de concreto que se conserta sozinho utilizando bactérias.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

IPT lança manual que contempla todas as etapas, da captação à utilização da água de chuva.

A captação da água de chuva hoje é realidade para muitos moradores de cidades como São Paulo, que vêm enfrentando uma crise hídrica que já afeta o abastecimento de diversos domicílios. Levando em conta este cenário, o IPT lança agora um manual que busca oferecer à população orientações para melhorar a qualidade dessa água, apresentando as boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica.

O manual, lançado em comemoração ao Dia Mundial da Água, 22 de março, é direcionado a famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada.

sábado, 14 de março de 2015

Brasil conquista certificação sustentável nível máximo.

Edificação anexa ao prédio da sede da Bayer, na cidade de São Paulo, conseguiu o inédito selo LEED-NC Platinum, do U.S Green Building Council.
Considerada de nível máximo, a certificação LEED-NC Platinum, do U.S Green Building Council, que reconhece as melhores estratégias e práticas sustentáveis, foi concedida pela primeira vez a uma edificação brasileira.
O prédio EcoCommercial Building é corporativo e atende a empresa Bayer, na cidade de São Paulo. Multifuncional, a construção cumpriu exigentes quesitos de eficiência energética, utilizando modernos sistemas de automação de luz e de ar-condicionado, além de ser totalmente integrado com o paisagismo que o cerca.
Assinado pelo escritório de arquitetura Loeb Capote, o prédio conta com mais de 20 tecnologias relacionadas a materiais e sistemas construtivos.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Arranha-céu de 57 andares foi feito em apenas 19 dias.

        Foram necessárias apenas 438 horas, ou 19 dias, para que um prédio de 57 andares fosse completamente construído, na China. Em média, foram feitos 3 níveis por dia de trabalho, valor considerado um recorde.
        A ideia inicial da construtora era fazer um edifício de 220 andares, mas o projeto foi repensado devido à existência de um aeroporto próximo ao local da construção. Localizado na cidade de Changsha, província de Hunan, o trabalho tem, agora, 180 mil metros quadrados.
        A velocidade da obra foi garantida não só pela habilidade dos trabalhadores, mas também pelo uso de tijolos e blocos pré-fabricados.
        O prédio possui 19 saguões com 10 metros de altura, cada, espaço comercial para 4 mil trabalhadores e 800 residências. Segundo o fabricante, a escolha desse tipo de construção é mais sustentável, já que foram dispensados 15 mil caminhões de transporte de concreto, o que evitou a poluição do ar com a poeira.
        O ar que se respira dentro do prédio é filtrado por um sistema interno e, por isso, tem pureza de 99%. Por isso, o ar interior é considerado 100 vezes mais limpo do que o exterior. As paredes têm 20 centímetros e trazem isolamento termal feito com painéis de vidro.
        Pensado para ser ecologicamente sustentável, o empreendimento deverá “economizar” 12 mil toneladas de gás carbônico em emissões por ano, se comparado com um prédio similar..

   

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/arranha-ceu-de-57-andares-foi-feito-em-apenas-19-dias-veja

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sistema simples reaproveita até 95% da água do chuveiro.

O designer Alberto Vasquez desenvolveu um sistema simples e eficiente para o reaproveitamento da água residual dos chuveiros.
O equipamento, apelidado de Gris, possui baixa tecnologia e deve ser comercializado a custos bem acessíveis.

O Gris é um equipamento muito prático. Composto com quatro compartimentos interligados, capaz de armazenar a água residual dos banhos.
Ele deve ser usado como um pequeno tablado, disposto sob os pés das pessoas enquanto tomam banho. Assim, a parte central é inclinada para baixo e os compartimentos vão enchendo sucessivamente.
Após o banho, o usuário pode carregar os reservatórios separadamente e dar à água cinza o uso que melhor lhe servir. Este tipo de recurso residual é ideal para usar na limpeza e até para a rega de jardins.
De acordo com Vasquez, o Gris é capaz de coletar até 95% de água.
O protótipo do equipamento já foi criado e agora o designer espera produzi-lo em larga escala.
Em entrevista ao site Fast Co. Exist, ele explicou que o valor do equipamento deve variar de US$ 20 a US$ 40. A intenção é baratear os custos ao máximo para que o Gris esteja acessível a qualquer pessoa, principalmente em países que sofrem com a escassez de água. 

fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/sistema-simples-reaproveita-ate-95-da-agua-do-chuveiro

sábado, 27 de dezembro de 2014

Canal da Nicarágua, considerado a maior obra de engenharia do mundo, começa a ser construído

O Governo de Nicarágua, na América Central, lançou na última segunda-feira (22) a pedra fundamental das obras do Grande Canal da Nicarágua, que ligará os oceanos Atlântico e Pacífico em um percurso de 278 km de extensão. O empreendimento, orçado em 50 bilhões de dólares, o equivalente a R$ 133 bilhões, será três vezes maior que o Canal do Panamá e é considerada a maior obra de engenharia do mundo.
Com prazo de execução das obras estimado em dez anos, o projeto será executado pelo Hong Kong Nicaragua Canal Development (HKND), consórcio internacional que tem à frente a chinesa Beijing Xinwei Telecom Technology Co, que também irá operar o canal por 50 anos.
O canal transoceânico terá largura oscilando entre 230 e 520 metros e profundidade de 30 metros. As obras serão iniciadas com a abertura de estradas em direção à comunidade Rio Grande e a instalação de frentes de trabalho que facilitem a execução dos serviços. Além do canal, serão construídos dois portos, um aeroporto, um parque industrial e um centro turístico.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Astronomia faz história: pouso em cometa é concluído com sucesso.

O momento mais esperado da ousada e cinematográfica missão da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) teve final feliz. Às 14h03 (horário de Brasília) chegou à Terra a confirmação de que o módulo Philae pousou no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A 509 milhões de quilômetros de distância da Terra, Philae caiu em queda livre no cometa — um corpo celeste de 3 por 5 quilômetros de diâmetro que viaja a 64.800 quilômetros por hora — e pousou em sua superfície.

"Cheguei! Meu novo endereço é 67P!", "tuitou" o módulo Philae minutos depois do pouso em 18 idiomas — não em português. "Esse é um grande passo para a civilização humana", afirmou Jean-Jacques Dordain, diretor da ESA.

Durante a descida, que durou cerca de sete horas, com velocidade de cerca de 1 metro por segundo (3,6 quilômetros por hora), Philae — que tem o tamanho de uma máquina de lavar e pesa 100 quilos — coletou informações e as transmitiu para a Terra, por intermédio de Rosetta. A primeira imagem transmitida pelo módulo, 50 segundos após a separação, foi divulgada pela ESA às 12h20 — ela mostra o painel solar e parte do corpo da sonda Rosetta, enquanto Philae começa a se afastar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Brasileiros criam sistema que transforma caixa d’água em miniusina hidrelétrica.

Foto: Divulgação
Enquanto cientistas em todo o mundo tentam aumentar a eficiência dos grandes sistemas de produção energética, dois empreendedores brasileiros desenvolveram uma solução simples para gerar energia limpa em casa. Apelidada de UGES, a tecnologia transforma as caixas d’água em miniusinas hidrelétricas.

O nome é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho.
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